Férias e os eletrônicos


shutterstock_323612786Como podemos conviver nas férias com os eletrônicos e outras brincadeiras? O caminho é definir um horário para o uso dos eletrônicos e oferecer outras atividades para as crianças. Ao ar livre ou mesmo dentro de casa.

Podemos montar um caixa de ideias com várias brincadeiras para as crianças sortearem ou passearmos de bicicleta, patins, skate, visitarmos um museu, vamos ao cinema…  Tirar as crianças o dia todo dos eletrônicos é desafiador, mas é possível. Vamos?

Com carinho

Dani

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Esforço


shutterstock_277190114Que delícia aprender que, com o esforço, fazendo o seu melhor, se dedicando, se aplicando, há uma consequência incrível que só você irá colher. Podemos mostrar para as crianças que, mais do que resultados, o caminho percorrido é importante demais e sua postura durante esse período faz toda a diferença no processo.

O esforço é lindo, é suor na testa, é sentimento de dever cumprido, de realização, de conquista por ter feito o seu melhor. Quando ensinamos isso aos nossos pequenos, ensinamos a eles o valor de cada passo do caminho, ensinamos que cada trilha é completada por cada passo que é dado e cada passo só é dado pois há escolha e dedicação envolvidos.

Amor, entrega, leveza, pois esse esforço não é aquele que conhecemos repleto de pressão, aquele que nossa geração tanto tentou se livrar; esse esforço é o que faz parte do processo natural da vida, é o esforço para a flor florescer, para a larva se transformar em borboleta, para tirar a rodinha da bicicleta, pro aprender. Natural, parte do caminho, honrado, legítimo, genuíno.

Fazer com que as crianças percebam o caminho, perceber o esforço, é fazer com que percebam que sua caminhada é fluxo vivo, é vida acontecendo.

Com carinho

Dani

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Tristeza


sadA tristeza, quando aparece, sempre nos assusta, principalmente porque a mente logo começa a tagarelar dizendo o quanto aquilo pode se prolongar, o quanto podemos ficar ali, tristes para sempre e o quanto deveríamos estar lutando contra aquele sentimento. É assim mesmo: às vezes ficamos tristes. Faz parte da vida, tanto dos adultos quanto das crianças.

Talvez uma mudança de cidade ou país, talvez a morte de um bichinho querido ou mesmo o falecimento de um parente amado, uma briga com um amigo ou por não ter alcançado algo que era tão importante… Ela vem. Com tudo. E nós, adultos, somos exemplo – lembram-se? Somos exemplo também nessa hora! O que fazer com esse sentimento em um mundo que espera tanta alegria de nós? Há espaço para tristeza?

Digo a vocês que abrir esse espaço pode ser bem difícil, mas bastante recompensador. Quando acolhemos, damos colo para a nossa tristeza como para a tristeza dos nossos pequenos – acreditem: aquilo que era dor, profunda dor, se transforma. Podemos viver o aprendizado, a dor que para de doer. Podemos acompanhar gradativamente a caminhada pelo túnel a cada passo do caminho, a cada aconchego oferecido e, logo ali, nos sentiremos melhores. E nossos filhos também.

A boa notícia é que, ao atravessarmos o túnel da tristeza, saímos transformados, mais humanos, com certeza mais sensíveis aos que vivem ao nosso redor e, provavelmente, mais maduros também. Somos capazes de nos ouvir melhor, ouvir o outro melhor e de acolher a nós mesmos e aos próximos de outro lugar. Evitar, fugir da tristeza como tanto nos diz a tagarela da mente, pode parecer uma ótima saída, mas que aprendizado isso nos traz? Nenhum. Repetimos e tornamos a repetir as mesmas histórias e os mesmos sentimentos surgem e os evitamos num ciclo sem fim.

E a tristeza? Ela está ali, sempre esperando ir ao coração até o dia que, como uma onda, nos invade sem que saibamos de onde e não somos mais capazes de nos acolher. A depressão se instala e, essa sim, como que num grande chamado ao coração, nos diz “me acolha, olhe para dentro, preciso de colo”. Talvez se acolhermos e ensinarmos nossos pequenos a acolherem cada tristeza, eles sempre sentirão em seus corações que é ali que encontrarão sua paz.

Com todo meu amor, colo aquecido e muuuuuito carinho

Dani

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Bate-papo ao vivo: Terrible 2


shutterstock_398719483Essa fase, chamada de “Terrible Two” ou “Os Terríveis Dois Anos”, costuma ser bem famosa entre os adultos. Normalmente ficamos assustados, meio sem saber o que fazer com esses pequenos, agora cheio de vontades e comunicando-as como ninguém.

É importante percebermos essa fase como natural do desenvolvimento e muito saudável, por sinal. Ela demonstra o quanto essa criança, ainda egocêntrica, está em busca da realização de seus desejos e como reage às frustrações, aos “nãos” que agora, mais independente, passa a ouvir quando pretende tocar ou fazer algo que não pode.

Elas reagem com birra, choro, querem porque querem, nos enfrentam e isso demonstra seu crescimento sadio. Por isso, podemos começar a olhar para nossos pequenos com outros olhos, perceber o quanto o aprendizado da frustração é realmente desafiador – um desafio necessário ao crescimento.

Sigamos em nosso papel como pais, mães e educadores dizendo, de modo consciente, nosso “sim” e “não” e vamos ajudá-los a crescer cada vez mais, de modo independente, autônomo, capaz de lidar com conquistas e também com as frustrações da vida.

Com carinho!

Dani

 

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Bicho de estimação na família


13226821_10154074312042696_332908535981981166_nQuando temos a alegria de conviver com esses seres em nossa família, somos abençoados por conhecer um amor puro, sempre disponível e cheio de entrega. Os bichinhos nos amam, estão sempre ali por nós.

A escolha de termos essa companhia é algo muito importante e precisa ser feita por toda a família. Muitas vezes nos deixamos levar pelo desejo dos pequenos e percebemos que a família não estava preparada para cuidar de mais um membro. Por isso, pais e mães, as crianças veem em nós como cuidar e se relacionar com os animais e, depois, seguem nosso exemplo lindamente. Desenvolvem o amor, o cuidado, o respeito pelos bichos, pela natureza e o respeito por tudo a sua volta acontece também. É lindo de ver, de viver.

Se você está pronto para essa aventura repleta de amor, prepare-se para sentir uma linda conexão em sua vida e, se você já tem um bichinho na sua vida, olhe para ele e reconheça sua importância na vida da sua família. Eles não duram para sempre e sua passagem pela nossa vida é transformadora. Já ouvi dizer que os animais vivem menos porque já sabem amar, por isso, precisam de menos tempo por aqui 🙂 Lindo, não é?

Vamos aprender com eles. Beijo grande e muita saudade do meu companheirão, o Bono (olha ele com as meninas que lindo)!

Dani

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